quarta-feira, 5 de março de 2014

Insistir para não desistir.

Valentina era uma menina. Uma menina como qualquer outra: diferente. 
Valentina sabia o que queria. Tinha tudo muito bem definido. Só não sabia o caminho para chegar aonde queria. E então ela tentava. E errava. E tentava. E errava. E tentava. E acertva. E tentava. E errava... 
Mas ela tentava. De um jeito meio (totalmente) torto, isso é inegavel. Mas ela tentava, de verdade. 
E há quem diga que quando você realmente quer, você consegue. 
Valentina gostava de pensar que as coisas poderiam, sim, dar errado. 
Então ela dizia que quando você realmente quer, você não desiste. 
Não importa se ela tivesse que tentar 50 vezes. Errar 49, para acertar uma. 
Sim, quando você quer, você consegue. Depois de inúmeras tentativas falhas. 
E quando vinha o acerto, ela dizia com toda propriedade que lhe era de direito: Eu consegui porque eu não desisti, e não por não ter dado errado. Inclusive consegui por causa dos erros. Sim... Se não houvessem os erros, também não haveriam os acertos. Haveriam? 
Valentina não era uma desistente. Em uma época, ela se tornou. Porque? Desmotivação. Desistir de não desistir. Não enxergar sentido na vida, talvez. Mas a vida tem dessas coisas... A vida tem dessas quedas, desse altos e baixos. 
Mas então ela retornou... 
E (re)começou a tentar.